Alcool mata mais que drogas licitas e ilicitas

Não existe uma discussão séria em nenhum dos âmbitos políticos que iniba seriamente o consumo de absolutamente nada, Crack , Cocaína , maconha ,e fundamentalmente Bebidas alcoólicas que na realidade é o verdadeiro vilão da história , não defendendo nenhum deles “aliás eu não bebo, não fumo, nem me drogo”, porém li bastante sobre este tema e o que me deixa muito preocupado é a libertinagem que existe no consumo de álcool, o culpável de mais de 70 por cento das mortes no Brasil .Tudo passa pelo o dinheiro que compra tudo, inclusive a AMBEV e a JBS (Friboi) bancam os três candidatos principais à presidência do Brasil: Dilma, Aécio e Marina, será para calar a boca dos políticos do grande dano que provoca o consumo de álcool aproximados 30mil acidentes de trânsito provocados pelo consumo de álcool.
Esta na hora de cobrar neste momento de eleições (e sempre) aos senhores candidatos ," proibir também o álcool e quem vende : mata 3 vesses mais do que qualquer droga licita ou ilícita".


Foto

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http://www.cetsp.com.br/media/186829/fat%20e%20est%202011.pdf

foto tabela

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http://www.hcnet.usp.br/ipq/revista/vol35/s1/65.htm

Um dos poucos estudos feitos no Brasil com motoristas de caminhão encontrou uma prevalência de 7,0% de uso de drogas por análise de urina (indicando uso recente, mas não necessariamente sob efeito) e 3,0% nas análises de sangue, indicativo de estar sob efeito de drogas. A substância mais comumente encontrada foi etanol, seguida de anfetaminas, muito utilizadas para se manter a vigília

Acidentes:
  • Mundo: 1,2 milhão mil mortes/ano com mais de 50 milhões de feridos (OMS).
  • Brasil: 45 mil mortes/ano (incluindo óbito após 72 hs do acidente, oficialmente gira em torno de 40.000 mortes/ano segundo o Ministério da Saúde)
  • 376.589 mil feridos/ano.
  • Mais de 1 milhão de acidentes/ano.
  • Prejuízos materiais em mais de 5 bilhões de dólares.
  • Prejuízos Sociais em mais de 5 bilhões de dólares.
  • O Governo gasta em média R$ 90.000,00 com vítima não fatal de acidente de trânsito. Nos casos de morte esse valor sobre para R$ 550.000,00, segundo dados do IPEA)
  • A cada 22 minutos, morre uma pessoa em acidente de trânsito.
  • A cada 07 minutos acontece um atropelamento.
  • A cada 57 segundos acontece um acidente de trânsito.
  • 75% dos acidentes são causados pelo homem, 12% por problemas no veículo, 6% por deficiências nas vias e 7% por causas diversas. Se considerarmos HOMEM-VEÍCULO-VIA como causa o homem, são 93%.
  • 75% dos acidentes ocorrem com tempo bom, 68% nas retas e 61% durante o dia.
  • Maior parte das vítimas de acidentes de trânsito tem menos de 35 anos.
  • Acidente de trânsito é o segundo maior problema de saúde pública do País, só perdendo para a desnutrição.
  • Nos acidentes com vítima, os automóveis tem participação de 53%.
  • 41% dos mortos em acidentes estão na faixa etária de 15 a 34 anos.
  • 377 mil acidentes com vítimas.
  • 60% dos feridos no trânsito ficam com lesões permanentes.
  • Em 40 mil acidentes com veículos de duas rodas, aconteceram 24 mil mortes.
  • 44% dos mortos em acidentes de trânsito, são em atropelamentos.
  • 79% dos mortos são do sexo masculino.
  • 44% dos acidentes são do tipo colisão.
  • Para cada 10.000 veículos, morrem 7 pessoas no Brasil e 1,5 no Japão.
  • São Paulo é a Capital onde há o maior nº de mortos.
  • Metade dos acidentes ocorrem a menos de 10 Km de distância da residência do motorista.
  • Em 70% dos casos de acidentes com mortes, o fator álcool estava presente, mesmo sem configurar embriaguez.
  • 9,3 milhões de veículos(quase 50% da frota) possuem mais de 10 anos de uso, correspondem por 77% da poluição veicular e 60% dos acidentes com vítimas.


GERAIS
  • Trânsito - 3ª Causa Mortis do Brasil;
    70% alcoolismo
  • 70% dos casos de acidentes com mortes, o fator álcool estava presente, mesmo sem configurar embriaguez.

Principais causa de morte prematura


Álcool - 9,4%
Acidente de carro - 2,4%
Drogas - 1,9%













Fonte http://www.transitobr.com.br/index2.php?id_conteudo=9
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"Sinesp Cidadão"Baixar app

"Sinesp Cidadão" é um aplicativo de utilidade publica que oferece a possibilidade de consultar
"Saber se o veiculo e roubado"
" Aplicativo para androide"
"baixar aqui"
Sinesp Cidadão é um aplicativo que tem como objetivo permitir que qualquer cidadão possa consultar a situação de um veículo na base do DENATRAM, sabendo, assim, se ele está em situação ilegal, com registro de clonagem, furto ou roubo.

Leia mais em: 

http://www.baixaki.com.br/android/download/sinesp-cidadao.htm#ixzz38gcMYoPY


informações sobre automóveis na base de dados do" Departamento Nacional de Trânsito". Dessa forma, é possível saber se um "carro está clonado" ou se há "registros de furto ou roubo".
Tudo o que você precisa fazer é digitar a placa do veículo e imediatamente o aplicativo informa se a sua situação está legal ou ilegal, além de trazer dados sobre o modelo e marca do carro, ano de fabricação e cor.
  
"Sinesp Cidadão" foi idealizado pela "Secretaria Nacional de Segurança Pública", um órgão do "Ministério da Justiça", em conjunto com o "Serviço Federal de Processamento de Dados". Dessa forma, o próprio cidadão pode consultar a situação do carro e, em caso de "registro de furto", avisar a polícia através do telefone 190.

nossa opinião



Leia mais em: http://www.baixaki.com.br/android/download/sinesp-cidadao.htm#ixzz38gXzFrpO
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O Politico mais honesto do mundo "José Pepe Mujica"








Um exemplo de politico honesto.
Presidente do Uruguai "José Pepe Mujica"                                                                                        10 motivos para amar José Mujica

Entre outras coisas, o ex-guerrilheiro marxista legalizou a maconha, o aborto e rejeita os benefícios da presidência. Em um mundo faminto por alternativas, suas inovações colocaram o Uruguai no mapa como uma das governanças progressistas e criativas mais empolgantes

mujica uruguai
José Pepe Mujica, presidente do Uruguai (Divulgação)
O presidente uruguaio José “Pepe” Mujica, um ex-guerrilheiro marxista de 78 anos – passando 14 deles na prisão e em sua maioria na solitária, recentemente visitou os EUA para um encontro com o presidente Barack Obama, no qual falaram sobre variados assuntos. Ele disse à Obama que os norte-americanos deveriam fumar menos e aprender mais idiomas. Discursou para uma sala cheia de empresários na Câmara do Comércio dos EUA sobre os benefícios na redistribuição de riqueza e aumento do salário para a classe trabalhadora. Falou aos estudantes da American University que não existem “guerras justas”. Qualquer que fosse a audiência, ele falava espontaneamente e com uma honestidade tão brutal que ficava difícil não amar o cara.
Aqui estão as 10 razões para você também amar o presidente Mujica.
1. Ele vive com simplicidade e rejeita os benefícios da presidência: Mujica se recusou a viver no Palácio Presidencial ou ter um “cortejo motorizado”. Ele vive em uma casa de apenas um quarto na fazenda de sua esposa e dirige um fusca de 1978. “Houve muitos anos em que eu ficaria feliz em apenas ter um colchão”, disse Mujica, se referindo a seu tempo na prisão. Ele doa mais de 90% de seu salário de 12 mil dólares à caridade – o que o coloca no mesmo patamar de renda de um cidadão uruguaio comum. Quando o taxaram de “o presidente mais pobre do mundo”, ele também refutou o rótulo: “Uma pessoa pobre não é aquela que tem pouco, mas aquela que precisa sempre de mais e mais e mais. Eu não vivo na pobreza, vivo com simplicidade. Necessito de poucas coisas para viver”.
2. Ele apoiou a pioneira legalização da maconha em seu país: “Em nenhuma parte do mundo a repressão ao consumo de drogas trouxe resultados. É hora de tentar algo diferente”, disse Mujica, na época. Então, nesse ano, o Uruguai se tornou o primeiro país a regular legalmente a produção, venda e consumo de maconha. A lei permite que indivíduos cultivem certo montante por ano e o governo controla o preço da maconha vendido nas farmácias. A lei exige que consumidores, vendedores e distribuidores que tenham uma licença emitida pelo governo. A experiência uruguaia almeja tirar o mercado dos traficantes de drogas e tratar o vício às drogas como um assunto de saúde pública. O experimento promete ainda ecoar por todo o mundo.
3. Em 2013, Mujica assinou a lei que transformou o Uruguai a ser o segundo país da América Latina (depois da Argentina) a legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo: Ele disse que legalizar o casamento homossexual é simplesmente reconhecer a realidade: “Não tornar isso legal seria uma tortura desnecessária para algumas pessoas”. Recentemente, o Uruguai também avançou na questão de permitir que homossexuais – até casais – sirvam nas forças armadas.
4. Ele não tem medo de bater de frente com os abusos de grandes corporações, como deixa evidente a batalha épica de seu governo contra o gigante do tabaco norte-americano, Philip Morris: Um ex-fumante, Mujica disse que o tabaco é um matador que deve ser mantido sob controle. Mas a Philip Morris está processando o Uruguai em 25 milhões de dólares no Centro Internacional para Arbitragem de Disputas sobre Investimentos, pois as rígidas leis do país sobre o cigarro proíbem que se fume em espaços públicos fechados e requerem rótulos de advertência – incluindo imagens gráficas sobre os efeitos na saúde (quase igual ao Brasil). A Philip Morris é a maior empresa da indústria do cigarro nos EUA, possui enormes interesses comerciais ao redor do mundo e um muito bem pago exército de advogados. A batalha do Uruguai contra esse Golias norte-americano também terá repercussões globais.
5. Ele apoiou a legalização do aborto no Uruguai (seu antecessor havia vetado a lei): A lei é bem limitada, comparada às dos EUA e da Europa. Ela permite o aborto dentro das 12 primeiras semanas de gestação e exige que a mulher se encontre com uma banca de médicos e assistentes sociais para esclarecer os riscos e possíveis efeitos colaterais de um aborto. Mas essa lei é a mais liberal sobre o aborto na católica e conservadora sociedade latino-americana e é um passo claro na direção certa para os direitos reprodutivos da mulher.
6. Ele é um ambientalista tentando limitar a necessidade do consumo. Na conferência Rio+20, de 2012, ele criticou o modelo de desenvolvimento advogado pelas sociedades ricas: “Nós podemos reciclar praticamente tudo hoje. Se vivêssemos dentro de nossas necessidades –ao ser prudente – as 7 bilhões de pessoas no mundo teriam tudo o que elas precisam. As políticas globais deveriam caminhar nessa direção”, disse ele. Recentemente, Mujica também rejeitou um projeto conjunto com o Brasil que iria fornecer a seu país energia barata vinda do carvão, por conta de seus receios em relação a dano ambiental.
7. Ele tem focado na redistribuição da riqueza nacional, alegando que sua administração reduziu a pobreza de 37% para 11%. “Empresários apenas querem aumentar seus lucros; cabe ao governo garantir que eles distribuam o suficiente desses lucros para que os trabalhadores tenham dinheiro para consumir os bens que produzem”, ele discursou na Câmara do Comércio dos EUA. “Não é mistério algum que menos pobreza, mais comércio. O investimento mais importante que podemos fazer está nos recursos humanos”. As políticas de redistribuição de seu governo incluem estabelecer os preços em bens essenciais como leite, por exemplo, e o fornecimento de computadores e educação para todas as crianças, de graça.
8. Ele se ofereceu para receber os detentos libertados de Guantánamo: Mujica chamou a prisão norte-americana na Baía de Guantánamo, em Cuba, como uma “desgraça” e insistiu que o Uruguai tomasse a responsabilidade em ajudar o fechamento do centro de detenção. A proposta é impopular no Uruguai, mas Mujica, que foi um prisioneiro político por 14 anos, disse que ele “está fazendo isso pela humanidade”.
9. Ele se opõe à guerra e ao militarismo. “O mundo gasta 2 milhões de dólares a cada minuto em recursos militares”, exclamou horrorizado aos estudantes da American University. “Eu costumava pensar que haviam guerras nobres e justas, mas eu não acredito mais nisso”, disse o ex-guerrilheiro. “Hoje, acho que a única solução são negociações. A pior negociação é preferível à melhor guerra, e a única maneira de garantir a paz é cultivar a tolerância”.
10. Ele tem uma adorável cadela de três patas: Manuela perdeu uma pata quando Mujica acidentalmente a atropelou com um trator. Desde então, Mujica e Manuela são praticamente inseparáveis.
A influência de Pepe Mujica vai muito além de ser o líder de um pequeno país de 3 milhões de pessoas. Em um mundo faminto por alternativas, as inovações que ele e seus colegas estão promovendo colocaram o Uruguai no mapa como uma das governanças progressistas e criativas mais empolgantes.
Por Medea Benjamin, em Alternet | Tradução: Vinicius Gomes
de Pragmatismo
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Medica Ghislaine Lanctot Detona clase medica laboratorios e Industrias Farmaceuticas

"lA Máfia Médica"


 é o título do livro que custou à doutora Ghislaine Lanctot a sua expulsão do colégio
 de médicos e a retirada da sua licença para exercer medicina.
  Trata-se provavelmente da denuncia, publicada, mais completa, integral, explícita e clara do papel
 que forma, a nível mundial, o complot formado pelo Sistema Sanitário e pela Industria Farmacêutica. 

O livro expõe, por um lado, a errónea concepção da saúde e da enfermidade, que tem a sociedade ocidental moderna, fomentada por esta máfia médica que monopolizou a saúde pública criando o
 mais lucrativo dos negócios.


Para além de falar sobre a verdadeira natureza das enfermidades, explica como as grandes empresas farmacêuticas controlam não só a investigação, mas também a docência médica, e como se criou um Sistema Sanitário baseado na enfermidade em vez da saúde, que cronifica enfermidades e mantém os cidadãos ignorantes e dependentes dele.
 O livro é pura artilharia pesada contra todos os medos e mentiras que destroem a nossa saúde e a nossa capacidade de auto-regulação natural, tornando-nos manipuláveis e completamente dependentes do sistema. A seguir, uma bela entrevista à autora, realizada por Laura Jimeno Muñoz para Discovery Salud: 

MEDICINA SIGNIFICA NEGOCIO

A autora de A Máfia Médica acabou os seus estudos de Medicina em 1967, numa época em que 
-como ela mesma confessa – estava convencida de que a Medicina era extraordinária e, de que
 antes do final do séc. XX se teria o necessário para curar qualquer enfermidade. Só que essa
 primeira ilusão foi-se apagando até extinguir-se. 

Porquê essa decepção? 
Porque comecei a ver muitas coisas que me fizeram reflectir. Por exemplo, que nem todas
 as pessoas respondiam aos maravilhosos tratamentos da medicina oficial.

Para além disso, naquela época entrei em contacto com várias terapias suaves – ou seja,
 praticantes de terapias não agressivas (em francês Médecine Douce) – que não tiveram
 problema algum em me abrir as suas consultas e em deixar-me ver o que faziam. Rapidamente concluí que as medicinas não agressivas são mais eficazes, mais baratas e, ainda por cima, têm menores efeitos secundários. 

-E suponho que começou a perguntar-se por que é que na Faculdade ninguém lhe havia falado dessas terapias
 alternativas não agressivas? 
Assim foi. Logo a minha mente foi mais além e comecei a questionar-me como era possível que se chamassem charlatães
 a pessoas a quem eu própria tinha visto curar e porque eram perseguidas como se fossem bruxos ou delinquentes. Por outro lado, como médico tinha participado em muitos congressos internacionais -em alguns como ponente – e dei-me conta de que todas as apresentações e depoimentos que aparecem em tais eventos estão controladas e requerem, obrigatoriamente, ser primeiro aceites pelo comité científico organizador do congresso. 


- E quem designa esse comité científico?
Pois geralmente quem financia o evento: a indústria farmacêutica. Sim, hoje são as multinacionais quem decide, até o que se
 ensina aos futuros médicos nas faculdades e o que se publica e expõe nos congressos de medicina! O controlo é absoluto. 

- E isso foi clarificador para si...? 
E muito! Dar-me conta do controle e da manipulação a que estão sujeitos os médicos – e os futuros médicos, ou sejam os
 estudantes – fez-me entender claramente que a Medicina é, antes de tudo, um negócio.
 A Medicina está hoje controlada pelos seguros -públicos ou privados, o que dá na mesma, porque enquanto alguém tem

 um seguro perde o controlo sobre o tipo de medicina a que acede. Já não pode escolher. E há mais, os seguros determinam inclusivamente o preço de cada tratamento e as terapias que se vão praticar. E se olharmos para trás das companhias de 
seguros ou da segurança social... encontramos o mesmo.


O poder econômico? 
Exacto, é o dinheiro quem controla totalmente a Medicina. E a única coisa que de verdade interessa a quem maneja este negócio é ganhar dinheiro. E como ganhar mais? Claro, tornando as pessoas doentes.... porque as pessoas sãs, não geram ingressos. A estratégia consiste em suma, em ter enfermos crónicos que tenham que consumir o tipo de produtos paliativos, ou seja, para tratar só sintomas, medicamentos para aliviar a dor, baixar a febre, diminuir a inflamação. Mas, nunca fármacos que possam resolver uma doença. Isso não é rentável, não interessa. A medicina actual está concebida para que a gente permaneça enferma o maior tempo possível e compre fármacos; se possível, toda a vida. 

UM SISTEMA DE ENFERMIDADE


-Deduzo que essa é a razão pela qual no seu livro se refere ao sistema sanitário como “sistema de enfermidade” 
Efectivamente. O chamado sistema sanitário é na realidade um sistema de enfermidade. Pratica-se uma medicina da enfermidade e não da saúde. Uma medicina que só reconhece a existência do corpo físico e não tem em conta nem o espírito, nem a mente, nem as emoções. E que para além disso, trata apenas o sintoma e não a causa do problema. Trata-se de um sistema que mantém o paciente na ignorância e na dependência, e a quem se estimula para que consuma fármacos de todo o tipo. 

Supõe-se que o sistema sanitário está ao serviço das pessoas! 
Está ao serviço de quem dele tira proveito: a indústria farmacêutica. De uma forma oficial – puramente ilusória – o sistema está ao serviço do paciente, mas oficiosamente, na realidade, o sistema está às ordens da indústria que é quem move os fios e mantém o sistema de enfermidade em seu próprio benefício. Em suma, trata-se de uma autêntica máfia médica, de um sistema que cria enfermidades e mata por dinheiro e por poder. 

- E que papel desempenha o médico nessa máfia? 
O médico é – muitas vezes de uma forma inconsciente, é verdade – a correia de transmissão da grande indústria. Durante os 5 a 10 anos que passa na Faculdade de Medicina o sistema encarrega-se de lhe inculcar uns determinados conhecimentos e de lhe fechar os olhos para outras possibilidades. Posteriormente, nos hospitais e congressos médicos, é-lhe reforçada a ideia de que a função do médico é curar e salvar vidas, de que a enfermidade e a morte são fracassos que deve evitar a todo o custo e de que o ensinamento recebido é o único válido. E mais, ensina-se-lhes que o médico não deve implicar-se emocionalmente e que é um «deus» da saúde. Daí resulta que exista caça às bruxas entre os próprios profissionais da medicina. A medicina oficial, a científica, não pode permitir que existam outras formas de curar que não sejam servis ao sistema. 

-O sistema, de facto, pretende fazer crer que a única medicina válida é a chamada medicina científica, a que você aprendeu e que renegou. Precisamente no mesmo número da revista em que vai aparecer a sua entrevista, publicamos um artigo a respeito. 
A medicina científica está enormemente limitada porque se baseia na física materialista de Newton: tal efeito obedece a tal causa. E, assim, tal sintoma precede a tal enfermidade e requer tal tratamento. Trata-se de uma medicina que ademais só reconhece o que se vê, se toca, ou se mede e nega toda a conexão entre as emoções, o pensamento, a consciência e o estado de saúde do físico. E quando a importunamos com algum problema desse tipo cola a etiqueta de enfermidade psicossomática ao paciente e envia-o para casa, receitando-lhe comprimidos para os nervos. 

É dizer, que no que lhe toca, a medicina convencional só se ocupa em fazer desaparecer os sintomas. 
Salvo no que se refere a cirurgia, os antibióticos e algumas poucas coisas mais, como os modernos meios de diagnóstico, sim. Dá a impressão de curar mas não cura. Simplesmente elimina a manifestação do problema no corpo físico mas este, cedo ou tarde, ressurge. 

-Pensa que, dão melhor resultado as chamadas medicinas suaves ou não agressivas?
São uma melhor opção porque tratam o paciente de uma forma holística e ajudam-no a curar... mas tão pouco curam. Olhe, qualquer das chamadas medicinas alternativas constituem uma boa ajuda mas apenas isso: complementos! Porque o verdadeiro médico é o próprio. Quando está consciente da sua soberania sobre a saúde, deixa de necessitar de terapeutas. O enfermo é o único que pode curar-se. Nada pode fazê-lo em seu lugar. A autocura é a única medicina que cura. A questão é que o sistema trabalha para que esqueçamos a nossa condição de seres soberanos e nos convertamos em seres submissos e dependentes. Nas nossas mãos está pois, romper essa escravidão. 

-E, na sua opinião, por que é que as autoridades políticas, médicas, mediáticas e econômicas o permitem? Porque os governos não acabam com este sistema de enfermidade, que por outro lado, é caríssimo? 
Acerca disso, tenho três hipóteses. A primeira é que talvez não saibam que tudo isto se passa... mas é difícil de aceitar porque a informação está ao seu alcance há muitos anos e nos últimos vinte anos foram já várias as publicações que denunciaram a corrupção do sistema e a conspiração existente.
 A segunda hipótese é que não podem acabar com ele... mas também resulta como difícil de acreditar porque os governos têm poder. 
E a terceira, suponho, é que não querem acabar com o sistema. Pois o certo é que, eliminadas as outras duas hipóteses, essa parece a mais plausível. E se um Governo se nega a acabar com um sistema que arruína e mata os seus cidadãos é porque faz parte dele, porque faz parte da máfia. 

A MAFIA MÉDICA


-Quem, na sua opinião, integra a “máfia médica”? 
= Em diferentes escalas e com distintas implicações, com certeza, a industria farmacêutica, as autoridades políticas, os grandes laboratórios, os hospitais, as companhias seguradoras, as Agencias dos Medicamentos, as Ordens dos Médicos, os próprios médicos, a Organização Mundial de Saúde (OMS) - o Ministério da Saúde da ONU- e, com certeza, o governo mundial na sombra do dinheiro. 

- Entendemos que para si, a Organização Mundial da Saúde é “a máfia das máfias”? 
Assim é. Essa organização está completamente controlada pelo dinheiro. A OMS é a organização que estabelece, em nome da saúde, a “política de enfermidade” em todos os países. Todo o mundo tem que obedecer cegamente às directrizes da OMS. Não há escapatória. De facto, desde 1977, com a Declaração de Alma Ata, nada pode escapar ao seu controle. 

- Em que consiste essa declaração?
Trata-se de uma declaração que dá à OMS os meios para estabelecer os critérios e normas internacionais da prática médica. Assim, foi retirada aos países a sua soberania em matéria de saúde para transferi-la para um governo mundial não eleito, cujo “ministério da saúde” é a OMS. Desde então, “direito à saúde” significa “direito à medicação”. Foi assim que, impuseram as vacinas e os medicamentos, a toda a população do globo. 

- Uma acção que não se questiona ?
Claro, porque, “quem vai ousar duvidar das boas intenções da Organização Mundial de Saúde?” Com certeza, há que perguntar quem controla, por sua vez essa organização através da ONU? O poder económico! 

- Crê que, nem sequer as organizações humanitárias escapam a esse controle? 
Com certeza que não. As organizações humanitárias também dependem da ONU, ou seja, do dinheiro das subvenções. E portanto, as suas actividades estão igualmente controladas. Organizações como Médicos Sem Fronteiras acreditam que servem altruisticamente as pessoas, mas na realidade servem ao dinheiro. 

- Uma máfia sumamente poderosa! 
Omnipotente, diria eu. Eliminou toda a competência. Hoje em dia, “orientam-se “ os investigadores. Os dissidentes são encarcerados, manietados e reduzidos ao silêncio. Aos médicos “alternativos” intitulam-nos de loucos, retiram-lhes a licença, ou encarceram-nos, também. Os produtos alternativos rentáveis caíram igualmente nas mãos das multinacionais graças às normativas da OMS e às patentes da Organização Mundial do Comércio. As autoridades e os seus meios de comunicação social ocupam-se a alimentarem, entre a população, o medo da enfermidade, da velhice e da morte. De facto, a obsessão por viver mais ou, simplesmente, por sobreviver, fez prosperar inclusivamente o tráfico internacional de órgãos, sangue e embriões humanos. E em muitas clínicas de fertilização, na realidade “fabricam-se” uma multitude de embriões, que logo se armazenam para serem utilizados em cosmética, em tratamentos rejuvenescedores, etc. Isso sem contar com o que se irradiam os alimentos, se modificam os genes, a água está contaminada, o ar envenenado. E mais, as crianças recebem, absurdamente, até 35 vacinas antes de irem para a escola. E assim, cada membro da família tem já o seu comprimido: o pai, o Viagra; a mãe, o Prozac; o filho, o Ritalin. E tudo isto para quê? Porque o resultado é conhecido: os custos sanitários sobem e sobem, mas as pessoas continuam adoecendo e morrendo da mesma forma. 

AS AUTORIDADES MENTEM

-O que explica do sistema sanitário imperante é uma realidade que cada vez mais gente começa a conhecer, mas surpreenderam-nos alguns das suas afirmações a respeito do que define como ´”as três grandes mentiras das autoridades políticas e sanitárias”. 
Pois reitero-o: as autoridades mentem quando dizem que as vacinas nos protegem, mentem quando dizem que a sida é contagiosa e mentem quando dizem que o câncer é um mistério. 

- Bem, falaremos disso ainda que, já lhe adianto, na revista não compartilhamos alguns dos seus pontos de vista. Se lhe parece bem, podemos começar por falar das vacinas. Na nossa opinião, a sua afirmação de que nenhuma vacina é útil, não se sustém.Uma coisa com que concordamos, é que algumas são ineficazes e outras inúteis; às vezes, até perigosas Pois eu mantenho todas as minhas afirmações. A única imunidade autêntica é a natural e essa desenvolve-a 90% da população, antes dos 15 anos. E mais, as vacinas artificiais curto-circuitam por completo o desenvolvimento das primeiras defesas do organismo. E que as vacinas têm riscos, é algo muito evidente; apesar de se ocultar.
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Por exemplo, uma vacina pode provocar a mesma enfermidade para que se destina. Porque não se adverte? Também se oculta que a pessoa vacinada pode transmitir a enfermidade ainda que não esteja enferma. Assim mesmo, não se diz que a vacina pode sensibilizar a pessoa perante a enfermidade. Ainda que o mais grave seja que se oculte a inutilidade, constatada, de certas vacinas. - A quais se refere? Às das enfermidades como a tuberculose e o tétano, vacinas que não conferem nenhuma imunidade; a rubéola, de que 90% das mulheres estão protegidas de modo natural; a difteria, que durante as maiores epidemias só alcançava a 7% das crianças apesar disso, hoje, vacina todos; a gripe, a hepatite B, cujos vírus se fazem rapidamente resistentes aos anti-corpos das vacinas. 

- E até que ponto podem ser também perigosas? As inumeráveis complicações que causam as vacinas – desde transtornos menores até à morte – estão suficientemente documentadas; por exemplo, a morte súbita do lactante. Por isso há já numerosos protestos de especialistas na matéria e são inúmeras as demandas judiciais que foram interpostas contra os fabricantes. Por outra parte, quando se examinam as consequências dos programas de vacinações massivas extraem-se conclusões esclarecedoras. 

- Agradeceria que mencionasse algumas Olhe, em primeiro lugar as vacinas são caras e constituem para o Estado um gasto de mil milhões de euros ao ano. Portanto, o único benefício evidente e seguro das vacinas... é o que obtém a industria. Além disso, a vacinação estimula o sistema imunitário, mas repetida a vacinação o sistema esgota-se. Portanto, a vacina repetida pode fazer, por exemplo, estalar a “sida silenciosa” e garantir um “mercado da enfermidade”, perpetuamente florescente.
Mais dados: a vacinação incita à dependência médica e reforça a crença de que o nosso sistema imune é ineficaz. Ainda o mais horrível é que a vacinação facilita os genocídios selectivos pois permite liquidar pessoas de certa raça, de certo grupo, de certa região... Serve como experimentação para testar novos produtos sobre um amplo mostruário da população e uma arma biológica potentíssima ao serviço da guerra biológica porque permite interferir no património genético hereditário de quem se queira. 

-Bom, é evidente que há muitas coisas das quais se pode fazer um bom ou mau uso mas isso depende da vontade e intenção de quem as utiliza. Bem, falemos se lhe parece, da segunda grande mentira das autoridades: você afirma que a Sida não é contagiosa. Perdoe-me, mas assim como o resto das suas afirmações nos pareceram pensadas e razoáveis, neste âmbito não temos visto que argumente essa afirmação. Eu afirmo que a teoria de que o único causador da sida é o VIH o Vírus da Imunodeficiência Adquirida é falsa. Essa é a grande mentira. A verdade é que ter o VIH não implica necessariamente desenvolver sida. Porque a sida não é senão uma etiqueta que se “coloca” num estado de saúde a que dão lugar numerosas patologias quando o sistema imunitário está em baixo. E nego que ter sida equivalha a morte segura. Mas, claro, essa verdade não interessa. As autoridades impõem-nos à força a ideia de que a Sida é uma enfermidade causada por um só vírus apesar de o próprio Luc Montagnier, do Instituto Pasteur, co-descobridor oficial do VIH enm1983, ter reconhecido já em 1990, que o VIH não é suficiente por si só para causar a sida. Outra evidência é o facto de que há numerosos casos de sida, sem vírus VIH e numerosos casos de vírus VIH, sem sida (soropositivos). Por outro lado, ainda não se conseguiu demonstrar que o vírus VIH cause a sida, e a demonstração é uma regra científica elementar para estabelecer uma relação causa-efeito, entre dois factores. O que se sabe, sem dúvida, é que o VIH é um retrovirus inofensivo que só se activa quando o sistema imunitário está debilitado. 

- Você afirma no seu livro que o VIH foi criado artificialmente num laboratório Sim. Investigações de eminentes médicos indicam que o VIH foi criado enquanto se faziam ensaios de vacinação contra a hepatite B em grupos de homossexuais. E tudo indica que o continente africano foi contaminado do mesmo modo durante campanhas de vacinação contra a varíola. Claro que outros investigadores vão mais longe ainda e afirmam que o vírus da sida foi cultivado como arma biológica e depois deliberadamente propagado mediante a vacinação de grupos de população que se queriam exterminar. 

-Também observamos que ataca duramente a utilização do AZT para tratar a sida  Já no Congresso sobre SIDA celebrado em Copenhague em Maio de 1992 os superviventes da sida afirmaram que a solução então proposta pela medicina científica para combater o VIH, o AZT, era absolutamente ineficaz. Hoje isso está fora de qualquer dúvida. Pois bem, eu afirmo que se pode sobreviver à sida... mas não ao AZT. Este medicamento é mais mortal que a sida. O simples senso comum permite entender que não é com fármacos imuno-depressores que se reforça o sistema imunitário. Olhe, a sida converteu-se noutro grande negócio. Por isso, promociona-se amplamente combatê-lo, porque ele dá muito dinheiro à industria farmacêutica. É tão simples quanto isto. 

-Falemos da “terceira grande mentira” das autoridades: a de que o câncer é um mistério 
O chamado câncer, ou seja, a massiva proliferação anómala de células, é algo tão habitual que todos o padecemos varias vezes ao longo da nossa vida. Só que quando isso sucede, o sistema imunitário actua e destrói as células cancerígenas. O problema surge quando o nosso sistema imunitário está débil e não pode eliminá-las. Então o conjunto de células cancerosas acaba crescendo e formando um tumor. 

- E é nesse momento quando se entra na engrenagem do “sistema de enfermidade” ?
Assim é. Porque quando se descobre um tumor se oferece de imediato ao paciente, com o pretexto de ajudá-lo, que escolha entre estas três possibilidades ou “formas de tortura”: amputá-lo (cirurgia), queimá-lo (radioterapia) ou envenena-lo (quimioterapia). Escondendo-se-lhe, que existem remédios alternativos eficazes, inócuos e baratos. E depois de quatro décadas de “luta intensiva”contra o câncer, qual é a situação nos próprios países industrializados? Que a taxa de mortalidade, por câncer, aumentou. Esse simples facto põe em evidência o fracasso da sua prevenção e do seu tratamento. Desperdiçaram-se milhares de milhões de euros e tanto o número de doentes, como o de mortos, contínua crescendo. Hoje sabemos a quem beneficia esta situação. Como sabemos quem a criou e quem a sustem. No caso da guerra, todos sabemos que esta beneficia sobretudo aos fabricantes e traficantes de armas. Bom, pois em medicina quem se beneficia são os fabricantes e traficantes do “armamento contra o câncer” ou seja, quem está detrás da quimioterapia, da radioterapia, da cirurgia e de toda a industria hospitalar. 
A MAFIA, UMA NECESSIDADE EVOLUTIVA


 No entanto, apesar de tudo, mantém que a máfia médica é uma necessidade
 evolutiva da humanidade. Que quer dizer com essa afirmação? 
Verá, pense num peixe comodamente instalado no seu aquário. Enquanto tem água
 e comida, tudo está bem mas se lhe começa a faltar o alimento e o nível da agua desce perigosamente o peixe decidirá saltar para fora do aquário buscando uma forma de se
salvar. Bom, pois eu entendo que a máfia médica nos pode empurrar a dar esse salto individualmente. Isso, se houver muita gente que prefira morrer a saltar. 

- Mas para dar esse salto é preciso um nível de consciência determinado Sim.
 E eu creio que se está elevando muito e muito rapidamente. A informação que antes se ocultava agora é pública: que a medicina mata pessoas, que os medicamentos nos envenenam, etc. Ademais, o médico alemão Ryke Geerd Hamer demonstrou que
 todas as enfermidades são psicossomáticas e as medicinas não agressivas ganham popularidade. A máfia médica desmoronar-se-á como um castelo de naipes quando
5% da população perder a sua confiança nela. Basta que essa percentagem da
 população mundial seja consciente e conectado com a sua própria divindade.
 Então decidirá escapar à escravatura a que tem sido submetida pela máfia e o
 sistema actual derrubará. Tão simples como isto. 

- E em que ponto crê que estamos? 
Não sei quantificá-lo, mas penso que provavelmente em menos de 5 anos todo o
 mundo se dará conta de que quando vai ao médico vai a um especialista da
enfermidade e não a um especialista da saúde. Deixar de lado a chamada
 “medicina científica” e a segurança que oferece, para ir a um terapeuta é já
um passo importante. Também o é perder o respeito e a obediência cega ao

médico. O grande passo é dizer não à autoridade exterior e dizer sim à nossa
 autoridade interior.

- E o que é que nos impede de romper com a autoridade exterior? 
O medo. Temos medo de não chamar o médico. Mas é o medo, por si próprio
, quem nos pode enfermar e matar. Nós morremos de medo. Esquecermo-nos
 que a natureza humana é divina, o que quer dizer, concebida para nos
comportarmos como deuses. E desde quando os deuses têm medo?
 Cada vez que nos comportamos de maneira diferente da de um deus
 pomo-nos enfermos. Essa é a realidade. 

- E o que podem fazer os meios de comunicação para contribuir para
a elevação da consciência nesta matéria? Informar sem tentar convencer.
Dizer o que sabeis e deixar às pessoas fazer o que queiram com a informação.
 Porque intentar convencê-las será impor outra verdade e de novo estaríamos
noutra guerra. Necessita-se apenas dar referencia. Basta dizer as coisas.
 Logo, as pessoas as escutarão, se ressoarem nelas. E, se o seu medo for maior
 do que o seu amor por si mesmos, dirão: “Isso é impossível”. Se pelo contrário
têm aberto o coração, escutarão e questionarão as suas convicções.
 É então, nesse momento, quando quiserem saber mais, que se lhes poderá dar mais informação. 

Laura Jimeno Muñoz 



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Clic na imagem :

http://www.procon.sp.gov.br/pdf/acs_sitenaorecomendados_novembro1_2013.pdf




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"Cuidados com as compras pela internet"

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Foto: Newcastle University